A cidade acorda. Alberto já está na segunda entrega.

A história do Alberto

Antes de ser entregador, ele é pai, marido e alguém tentando chegar ao próprio futuro.

Alberto, 33 anos

Pai da Fabrícia e da Daniele. Casado.

Entregador de aplicativo.

12 horas de rua por dia.

Sonho: terminar a faculdade.

Esta é a rota que ninguém vê.

Alberto em pé ao lado da moto de entrega, na rua

É bem cedinho.

O Alberto sai às seis.

Há um grande caminho pela frente. O dia começa cedo e só termina depois de quase doze horas de trabalho pelas ruas do Brasil.

Alberto se arrumando para começar o dia de entregas

As rodas do dia não cabem na tela.

Sobra pouco tempo para o resto.

Parar custa o lugar na fila e o prazo, e nem sempre há um local na rota da próxima entrega. O banheiro conhecido fica a 3 km no sentido oposto, então são mais duas horas segurando, no meio do trânsito.

Alberto conferindo as rotas do dia no celular

Então ele se adapta.

São muitas portas fechadas.

Postos de combustível, rodoviárias, centros comunitários e locais públicos são disputados por todos que estão na mesma condição, e muitas vezes não estão disponíveis.

Alberto precisando de banheiro no meio da rua

Guentaí que o apoio chegou.

O desvio vira uma travessia de rua.

Agora o Alberto pode parar em um restaurante onde solicitou acesso ao banheiro, a poucos metros da próxima rota, e aproveita o local para almoçar dignamente, algo que ele não faz com muita frequência.

Alberto chegando a um ponto do Guentaí

As vidas que foram mudadas pelo Guentaí

O que o seu aplicativo ganha

  • Retenção que não se copia

    Bônus some no extrato do dia seguinte. Rotina resolvida vira preferência.

  • Resposta para uma cobrança pública

    Banheiro para entregador é pauta de sindicato, de imprensa e de câmara municipal.

  • Sem construir nada

    Sem credenciar estabelecimento e sem contrato local. A rede já existe e cresce sozinha.

  • Você escolhe quem recebe

    Por praça, por safra de cadastro ou por ação. Cada lista é uma campanha separada.

Como criar a conta e gerar os vouchers

  1. Baixe o aplicativo do Guentaí e faça o cadastro completo de quem responde pela empresa.

  2. Entre em portal.guentai.com com as mesmas credenciais do aplicativo.

  3. No portal, abra Frota, digite o CNPJ e anexe o cartão CNPJ. A razão social vem preenchida da Receita.

  4. Aprovado o cadastro da empresa, deposite o saldo em Vouchers.

  5. Crie a campanha, dê um nome e uma data de término, e monte a lista de CPFs, um a um ou por CSV, com o valor de cada pessoa.

  6. Inicie a campanha. O voucher fica disponível para resgate no aplicativo de quem recebeu.

O voucher só é distribuído quando a campanha é iniciada, e só vira crédito da pessoa quando ela resgata pelo aplicativo. Cada resgate e cada uso aparecem no portal. O que ninguém resgatar até a data de término volta inteiro para o saldo da empresa, e o crédito já resgatado não vence.

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Duas formas de custear, no mesmo cadastro

  • Crédito pré-pago, por CPF

    É o caminho dos vouchers. A empresa deposita, fatia o valor e envia para uma lista de CPFs dentro de uma campanha. Quem recebe resgata pelo aplicativo e o valor fica na carteira, sem vencimento, para usar em qualquer ponto do Guentaí.

  • Conta corporativa, no cartão da empresa

    A empresa cadastra um cartão, adiciona os CPFs e define um teto mensal por pessoa. O cartão aparece na carteira dessas pessoas como mais uma forma de pagamento e cada acesso é cobrado na hora, dentro do teto. O extrato de uso sai em PDF.

Perguntas frequentes

  • Precisa integrar alguma coisa no nosso aplicativo?

    Não. O cadastro começa no aplicativo e o resto acontece no portal, pelo navegador. Não existe SDK. Se quiser automatizar, o portal oferece API e webhook, mas nada disso é obrigatório.

  • Isso cria vínculo empregatício com o entregador?

    Não. A pessoa se cadastra sozinha no Guentaí, como pessoa física, e a marca apenas reconhece que ela roda por ali.

  • Como a gente comprova que a pessoa roda pela nossa marca?

    Para o crédito não precisa, você envia a lista de CPFs da sua base. Na Rede de Apoio quem valida é a Guentaí, com print do cadastro no aplicativo da marca, CNH e comprovante de rodagens.

  • O que é a Rede de Apoio?

    É custear o ponto em vez da pessoa. A marca paga um aporte a estabelecimentos escolhidos e libera gratuidade ou desconto para quem roda por ela naquele ponto. Quem define o valor do aporte é o anfitrião, e o aplicativo decide se aceita.

  • A gente descobre onde a pessoa usou o banheiro?

    No crédito, não: a empresa vê quanto foi usado, nunca onde. No cartão corporativo, sim: cada acesso pago com o cartão aparece no portal, com local, data e valor.

  • O Guentaí mostra quem tem conta?

    Não. Quando você digita um CPF, o sistema não conta se aquele CPF tem conta e não mostra nome nenhum. Nome e foto só aparecem depois do primeiro resgate.

  • Dá para segmentar por cidade?

    Sim. Cada campanha é um recorte com nome, data e lista própria, e o acompanhamento respeita esse recorte.

  • Dá para cancelar um envio?

    Enquanto a campanha não começou, sim, e o valor volta para o saldo na hora. Depois de iniciada não, porque o crédito já é da pessoa.

  • E os pontos, quem coloca?

    Qualquer comércio ou residência bem posicionada se cadastra sozinho e define o próprio preço. Você não credencia ninguém.

A rua não vai ficar mais gentil sozinha

Mas o dia de quem roda por você pode ficar mais leve, e a sua marca pode ser a razão.

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