Rubens gosta de curtir a vida.

A história do Rubens

Entre computadores, bares e carnaval, ele só quer aproveitar a cidade que também ajuda a manter funcionando.

Rubens, 28 anos

Técnico de informática.

Formado em Ciência da Computação.

Gosta de bares e festas populares.

Sonho: viver uma vida feliz.

A cidade convida para a festa. Mas nem sempre se prepara para quem fica até o fim.

Rubens, técnico de informática, ao lado da bancada de trabalho

Sextooooouu!!!!

É dia de encontrar os amigos.

Depois de uma semana corrida entre um sistema e outro, é dia de recarregar a bateria social e curtir o melhor da cidade com a melhor companhia.

Rubens saindo à noite, entre bares e festa de rua

O problema chega na hora errada.

O banheiro é só para cliente.

Fila de meia hora no bar, cabine química a quatro quarteirões e o bloco andando. Ele tenta três portas e ouve não em todas.

Rubens sem conseguir usar o banheiro de um estabelecimento

Então ele faz...

A solução é o cantinho da parede.

Não porque quer. Porque não sobrou opção. Na segunda a calçada amanhece com o cheiro, e a conta da lavagem chega para a prefeitura.

Rubens sem alternativa, na calçada de uma loja fechada

Só que não mais.

A prefeitura ousou em fazer.

Além dos diversos locais cadastrados no Guentaí, a prefeitura abriu locais próprios com valores bem mais em conta. É uma economia gigante para a cidade, que ficou mais cheirosa.

Rubens usando o aplicativo no balcão de um ponto do Guentaí

As vidas que foram mudadas pelo Guentaí

O que a prefeitura ganha

  • Banheiro sem obra e sem contêiner

    A rede já está de pé. Sem locação, transporte, limpeza e vandalismo de cabine química.

  • Paga só o que foi usado

    Sem diária de equipamento parado. Cada acesso é um lançamento com data e valor.

  • Cobertura onde a rua enche

    O comércio está espalhado por onde o público circula, e não em três pontos escolhidos no mapa.

  • Menos urina na rua, menos lavagem

    Cada acesso é uma esquina que não vira banheiro a céu aberto na segunda de manhã.

Como criar a conta e gerar os vouchers

  1. Baixe o aplicativo do Guentaí e faça o cadastro completo de quem responde pela empresa.

  2. Entre em portal.guentai.com com as mesmas credenciais do aplicativo.

  3. No portal, abra Frota, digite o CNPJ e anexe o cartão CNPJ. A razão social vem preenchida da Receita.

  4. Aprovado o cadastro da empresa, deposite o saldo em Vouchers.

  5. Crie a campanha, dê um nome e uma data de término, e monte a lista de CPFs, um a um ou por CSV, com o valor de cada pessoa.

  6. Inicie a campanha. O voucher fica disponível para resgate no aplicativo de quem recebeu.

O voucher só é distribuído quando a campanha é iniciada, e só vira crédito da pessoa quando ela resgata pelo aplicativo. Cada resgate e cada uso aparecem no portal. O que ninguém resgatar até a data de término volta inteiro para o saldo da empresa, e o crédito já resgatado não vence.

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Duas formas de custear, no mesmo cadastro

  • Crédito pré-pago, por CPF

    É o caminho dos vouchers. A empresa deposita, fatia o valor e envia para uma lista de CPFs dentro de uma campanha. Quem recebe resgata pelo aplicativo e o valor fica na carteira, sem vencimento, para usar em qualquer ponto do Guentaí.

  • Conta corporativa, no cartão da empresa

    A empresa cadastra um cartão, adiciona os CPFs e define um teto mensal por pessoa. O cartão aparece na carteira dessas pessoas como mais uma forma de pagamento e cada acesso é cobrado na hora, dentro do teto. O extrato de uso sai em PDF.

Perguntas frequentes

  • Como funciona a contratação por uma prefeitura?

    O caminho é o mesmo: cadastro no aplicativo, portal com as mesmas credenciais e, dentro dele, o CNPJ e o cartão CNPJ do órgão. A forma de contratação e de empenho segue as regras da própria administração, e a equipe do Guentaí acompanha esse processo.

  • Serve só para evento ou vale o ano todo?

    Os dois. Uma campanha pode durar um fim de semana de carnaval ou um ano inteiro em uma região crítica. Cada recorte é uma campanha com nome, data e valor próprios.

  • Quem recebe pelo acesso?

    O estabelecimento que abriu o banheiro, pelo preço que ele mesmo definiu. A prefeitura custeia esse valor, e a pessoa vê o preço antes de confirmar.

  • Precisa credenciar estabelecimento?

    Não. Qualquer comércio se cadastra sozinho e decide se quer participar. A prefeitura não monta nem gerencia rede, apenas custeia o acesso de quem precisa.

  • E se não tiver ponto na região do evento?

    A rede cresce por adesão do comércio local. Divulgar a página de renda extra para os estabelecimentos da região antes do evento é o caminho mais rápido, porque o cadastro é do próprio dono e leva minutos.

  • A prefeitura vê onde a pessoa usou o banheiro?

    No crédito, não: a administração vê quanto foi usado, nunca onde. No cartão corporativo, sim: cada acesso pago com o cartão aparece no portal, com local, data e valor.

  • Como limitamos o gasto de um evento?

    Pelo valor depositado na campanha e pelo valor definido por CPF. O que ninguém resgatar até a data de término volta inteiro para o saldo.

  • Dá para distribuir sem lista de CPF?

    A distribuição de crédito é sempre por CPF, porque é isso que impede o valor de virar consumo aberto. Para evento, a saída é a Rede de Apoio: a prefeitura custeia o ponto, e o benefício vale para quem chegar naquele estabelecimento.

  • Isso substitui banheiro químico?

    Em boa parte dos casos, sim, e sem a logística. Onde não existe comércio aberto, como um parque à noite, a cabine continua sendo necessária. Os dois convivem.

Quem sai à noite também precisa de banheiro

A prefeitura pode custear esse acesso no comércio que já está aberto, e a conta da limpeza na segunda-feira fica menor.

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